quinta-feira, fevereiro 12, 2009

Por onde eu (re)começo?

"Fique perto das coisas que você ama. E leve um bastão de beisebol para o resto"
Tony Parsons, Londres, 1994.

Veja bem, não existe aqui nenhum tipo de ode à qualquer forma de violência ou ignorância. Que isso fique bem claro. Só achei a declaração conveniente, já que o assunto aqui vem a ser paixão. Não uma paixão convencional, por outra pessoa (não que qualquer outra paixão não seja convencional), mas sim paixão pelo que faz. Seja profissionalmente, por hobby ou até por conveniência ... não importa, desde que seja genuinamente intencional e (importantíssimo) inevitável. A questão é que sempre me sinto um pouco preguiçoso quando penso na idéia de me dedicar ao que amo, ao que me satisfaz, talvez por não imaginar que alguém possa ser apaixonado por fazer cirurgias plásticas ou analisar mercados internacionais, mas isso não vem ao caso. O que mais me intriga é pensar que buscar viver das coisas que me cativam e que me levantam da cama todos os dias seja pura fantasia e imaturidade. Pois bem, ao ler estas (e junto a estas algumas outras) palavras de Tony Parsons, jornalista musical apaixonado pelo que faz, esse sentimento de fantasia me pareceu bobagem. Hoje ouví de um grande amigo coisa parecida, do tipo "só conseguirei viver do que eu amo". Na ocasião estávamos conversando sobre montar uma banda. Ensaiamos pela primeira vez na semana que vem. Ainda não tenho bastão de beisebol pra levar e espero não precisar de um, mas acho que aprendí o caminho das coisas que eu amo.

terça-feira, outubro 28, 2008

Junior Boys - Live In Concert

Pra quem ficou com saudades do Tim Festival 2008, aí vai o que foi, para mim, o melhor show da edição.

sábado, outubro 11, 2008

segunda-feira, junho 16, 2008

AA - Afinidade Afetiva:

Entenda aquí como afinidade com alguém que você esteja mantendo algum tipo de relacionamento amoroso. A impressão que temos é a de que a gente consegue medir isso antes mesmo dessa relação acontecer de fato, o conhecido "não é pra mim" ou "não vai dar certo", mas mesmo assim deixa rolar.

Não to dizendo que essa pré-constatação é sempre equivocada.
Estou apenas me indagando mesmo.

Só acho que essa pré-definição precipitada, quando pro lado negativo, acaba no final das contas fazendo com que muita gente deixe de se permitir o que poderia ter sido algo muito além de simplesmente legal, além de apenas bom, diferente.

Fica a impressão de algo desperdiçado, talvez.

Talvez, não tenho certeza.

domingo, maio 18, 2008



Com a maioria das críticas negativas (depreciativas, eu diria) Speed Racer chega às telonas.
Muito depreciativas, logo, foi o que me despertou curiosidade (além da habitual, por ser um grande lançamento).

Conclusão: Se você não gostou de Speed Racer, comece a se preocupar: Você (já) está velho demais.

Se você alguma vez já frequentou cabines (exibições para jornalistas antes da estréia dos filmes) sabe que a maior parte dos jornalistas que escrevem críticas para cinema (principalmente os de veículo impresso) dão medo de tão "seres bizarros" que são. Pois bem... ignore-os. Pra sempre! Eles nem ganham tão bem assim e falam muita besteira pra muita gente (se fosse pra poucas pessoas até salvava...). CPI pra eles. Eles não entenderam nada! E nem podem, só nascendo denovo.

Eu achei Speed Racer fantástico!. Acho que era só isso que eu queria dizer.

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