domingo, maio 04, 2008

sexta-feira, abril 04, 2008

4'

terça-feira, abril 01, 2008

há alguns dias...

utopia pós-moderna do pensamento

chato, ranzinza, irônico, sarcástico, vingativo, irritado, implicante, triste,
confuso e por isso
perdido, desanimado, inseguro, apático, sério, cansado,
programando um montão de coisas.

Outra vez.

Os tempos que fizeram da euforia a desculpa perfeita pra esconder quem não acho bacana e confortável, parecem estar ficando distante.

Eu gosto do agora, porque eu penso.
No fundo eu não gosto do agora, porque eu penso.
Eu gosto daquele tempo porque eu não pensava.
Eu não posso gostar daquele tempo, porque eu não pensava.
Eu gosto daquele tempo, mas é interessante quando passa.

Eu preferia aquele tempo denovo, pra pensar como agora eu novamente penso
e daí poder pensar novamente que em mais nada eu penso.

e agora? O que é que eu faço?

- Next!! (?)

segunda-feira, março 24, 2008

Trouble!


Como toda rainha que bem sabe a posição de sua majestade, Madonna sempre soube reconhecer seus súditos. Foi assim quando estampou Kylie e Britney em suas camisetas, publicamente. E ela faz o mesmo com seus produtores. Transforma o trabalho deles em algo genuinamente seu, autoral, pop, fácil e renovador, tudo ao mesmo tempo. Não é novidade pra ninguém que seus discos contem sempre com a produção minimalista de diversas tarimbadas figuras "fazedoras de música". Pois bem, dessa vez Madonna escolheu como figura principal para assinar sua produção ninguém menos que o maior produtor musical da atualidade, goste você ou não, Mr. Timmy-timmy-timbo, Timbaland e junto a ele seu pupílo, ao qual muitos insistem coroar como "O novo rei do pop", Justin Timberlake. Ao último Madonna designou a função de co-produzir, co-escrever e, obviamente, cantar no intitulado "Hard Candy", seu 11º álbum depois do excelente e aclamado "Confessions on the Dancefloor".

A grande pergunta aquí é,
Por que Justin e Timbaland? Justin e Timbaland são um para o outro o que Michael foi para Quincy e vice-versa. Sem esse papo de re-invetar (até mesmo porque a própria Madonna ja vestiu essa camisa, daí não vale), mas ambos inauguraram um novo pop mainstream musicalmente interessante, como Michael, Quincy e a própria Madonna em tempos áureos. Falando em Michael, é sem ele que Madonna vem esse tempo todo reinando. Uma Rainha coroada, mas abandonada pelo seu Rei que entrou na maior bad trip de todos os tempos e despencou do trono pra nunca mais voltar (vale reforçar que Madonna e Michael são brigados há anos). "Confessions On a Dancefloor" já bombava, resgatando e renovando a disco music, quando a capa de "Futuresex/Lovesounds" destruia o globo espelhado da disco proposta por Madonna e propunha uma nova música feita pra chacoalhar. E ela entendeu o recado. Por isso Justin e Timbaland. Ambos representam o service-pack completo pra Madonna dar mais um passo e nos presentear mais uma vez com algo matador, certeiro. Ela tem fama de durona e de exigente, mas sabe como ninguém reconhecer um bom trabalho e, de uma forma até meio espertalhuda, covenhamos, os recebe como súditos se apropriando deles. E a gente sempre acha um máximo. "4 minutes to save the world" inaugura essa parceria à altura, destruidora, sintética, visceral, pancadona, enxuta, épica! As cornetas anunciam a chegada dos novos reis, do pop.(#)

sábado, janeiro 19, 2008

macãzinha

I-pod, Tu-pod, Ele-pod...

O I-pod pintou no planeta entre 2001 e 2002. Passaram-se aproximadamente 7 anos e eu então posso colocar as mãos e desfrutar um que posso chamar de meu. Grande bobagem, tudo bem. Mas é meu! Rá!

Um I-pod pra chamar de seu.

Anyway, não há mesmo nada de mal em querer um I-pod, correto? Eu me acho bastante otimista, e gosto de pensar que caminhamos para um lado bom dessa história toda de sociedade consumista vs fome na áfrica. A geração que ouve Rage Against the Machine e Mv Bill no I-pod. Vem comigo.

Nada de panfletagem, só um comentário mesmo...


Kanye West - Graduation

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